segunda-feira, 25 de abril de 2011

O exército armado de GATOS.

A história e suas peculiaridades, quando você houve alguém falando em exército e guerra, imagina homens armados com armas pesadas, tanques e tudo de mais mortífero, agora se falasse em um exército armado com gatos, você acreditaria...? Pois é bom acreditar foi o que aconteceu quando o exército de Cambises invadiu o Egito.
Deusa Bastet.
  A cidade de Pelusa foi alvo desse conflito, com uma "manobra" que pode-se dizer psicológica Cambises coneguiu massacrar o exército egípcio, para tal foi feito o seguinte, os soldados Persas levaram estampados nos seus escudos a deusa Bastet, que era representada por uma gata, e os egípcios não só veneravam a deusa Bastet, como veneravam qualquer tipo de gato, dessa maneira os egípcios não atacaram os Persas, 50 mil morreram.
Outros recuaram e conseguiram alcançar a fortaleza de Pelusa, e foi neste momento em que Cambises, soltou em direção aos egípcios uma quantidade enorme de gatos,  para os egípcios eles (os gatos) representavam proteção e era associado à deusa Bastet, ao verem um verdadeiro “exercito” de gatos na ofensiva, os egípcios sentiram-se desmotivados a lutar, e deixaram a fortaleza rumo a Mênfis, no caminho muitos foram mortos pelos Persas, os que conseguiram chegar a Mênfis ficaram protegidos pelos muros da cidade até poderem resistir o cerco de Cambises.      

domingo, 24 de abril de 2011

Fotos Históricas


Bem como diz um professor que tenho de Introdução a História, uma foto também pode ser um documento histórico, pois que assim seja, abaixo seguem algumas fotos de momentos que iram se eternizar na história ou que já se eternizaram.


Lenin e Stálin "trocando uma ideia".

Domingo Sangreto, um massacre de trabalhadores.

Franceses choram ao ver tropas nazistas desfilando em Paris.

Militares brasileiros na Itália.

Cristo Redentor em construção.

Ditador Pinochet comunga pelas mãos de João Paulo II.

Gandhi e Charles Chaplin.

Última foto oficial de Tancredo Neves.

Bush sendo informado do 11/09/2001, o presidente americano encontrava-se em uma escoala.

Crise que abateu-se sobre o mundo em 2009, imagem é de 2008, mas a crise se refletiu em 2009.

Não parece mas é a Avenida Paulista, foto de 1902.

Foto mostra moradores de Ijuí e de Nova wurttemberg comemorando a ascensão de Hitler ao poder na Alemanha em 1933.

Papa João Paulo II e o turco Ali Agca que disparou tiros contra o papa na praça São Pedro.

Essas foram algumas imagens, mais virao em breve...!!!

sábado, 23 de abril de 2011

A Origem do nome Brasil.


Ontem foi 22 de abril, dia em que Pedro Álvares Cabral aportou em terras brasileiras (Porto Seguro, na Bahia, para ser mais exato.) ao chegar aqui em "nosso" território Cabral e sua comitiva ficou surpreso ao ver a população nativa que aqui habitava e seus costumes, todos esses costumes "assustaram" aos portugueses, mas dois creio eu chamaram mais atenção dos mesmos, eles foram o ato de se banhar constantemente que os indígenas tinham e a atitude de andar quase sem roupa, totalmente diferentes dos costumes europeus que mal se banhavam durante longos períodos de tempo e vestiam roupas enormes e muito volumosas.

Acabei perdendo perdendo o foco do que eu realmente iria tratar, voltando ao tema original, todos nós sabemos que ocorreram inúmeras "mudanças" no nome do território até ele se tornar BRASIL, que fazia alusão a madeira chamada de pau-brasil que produzia uma cor vermelha, que "brutalmente" explorada e retirada do "nosso" litoral, mas alguém ai sabe o significado e a origem da palavra brasil....? pois bem, vão saber a partir de agora que eu vou contar a vocês...!!!



A Origem do nome Brasil

A origem do nome do Brasil deu lugar a várias hipóteses. O filólogo brasileiro Adelino José da Silva Azevedo, no seu livro publicado em 1967, postulou que se trata de uma palavra de procedência celta, embora as suas origens mais remotas possam ser rastreadas até os fenícios. Este povo manteve um intenso comércio de um corante vermelho que se extraía de um mineral cujos principais provedores eram os celtas, povo minerador que explorava jazidas da Ibéria até a Irlanda.

Os gregos sucederam aos fenícios no comércio deste produto, a que chamavam "kinnabar", e que passou ao latim como "cinnabar", ao português como "cinábrio" e ao espanhol como "cinabrio". Como uma das características das línguas celtas é a inversão de partículas, a "kinnabar" chamaram "barkino", que daria lugar a "barcino", adjectivo que se aplica a certos animais de pêlo avermelhado e que, com variantes, passou a designar a cor vermelha em várias línguas de influência celta.

Na Idade Média, os artesãos começaram a usar um corante vermelho extraído da madeira que na Toscana chamou-se "verzino", em Veneza "berziy", em Génova "brazi", nome que logo foi usado para designar também a madeira de onde era extraído, que ficou conhecida na Espanha como "palo Brasil" ou "palo de Pernambuco", e em Portugal como "pau-brasil".

Na época colonial, entre os cronistas portugueses como João de Barros, Frei Vicente do Salvador ou Pêro de Magalhães Gandavo, existe concordância quanto à origem do nome Brasil. Nos registos dos seus documentos só existe uma única versão e esta é de que o nome Brasil deriva do pau da tinta, conhecido como pau-brasil. Pêro Magalhães de Gandavo (?-1579) na "História da prouincia Sãcta Cruz que vulgarme[n]te chamamos Brasil" escreve que depois que o pau da tinta começou a chegar ao reino chamaram de Brasil à província de Santa Cruz "Chamaram de Brasil por ser vermelho e ter semelhança de brasa e daqui ficou esta terra com este nome de Brasil".

Na época dos descobrimentos, era comum que os exploradores guardassem cuidadosamente o segredo de tudo quanto achavam ou conquistavam, a fim de explorá-lo vantajosamente. Mas não tardou a espalhar-se na Europa que haviam descoberto uma certa "ilha Brasil" no meio do atlântico, de onde extraíam o pau-brasil.

O gentílico "brasileiro" surgiu no século XVI e referia-se inicialmente apenas aos que comercializavam pau-brasil. Passou depois a ser usado informal e costumeiramente para identificar os nascidos na colónia e diferenciá-los dos vindos de Portugal; entretanto foi só em 1824, na primeira constituição brasileira, que o gentílico "brasileiro" passou legalmente a designar as pessoas naturais do Brasil.

Antes de ficar com a designação actual "Brasil" as novas terras descobertas foram designadas de: Monte Pascoal (quando os portugueses avistaram terras pela primeira vez), Terra dos Papagaios (primeiros contactos, designação mais popular), Ilha de Vera Cruz, Terras de Santa Cruz, Nova Lusitânia, Cabrália, etc.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

O novo barril de Pólvora do Oriente.


Recentemente nos vimos rodeados por notícias sobre as revoltas árabes que estavam ocorrendo em vários países de religião muçulmana, essas revoltas pediam direitos básicos a população, como direito a democracia e o voto feminino, essas revoltas ocorreram em países como a Tunísia, o Egito, a Arábia Saudita, o Bahrein, e o mais novo BARRIL DE PÓLVORA DO ORIENTE MÉDIO a Líbia de Kadhafi.

Todos esses países reprimiram a manifestações, com um teor de violência, mas quando a revolta estourou na Líbia, os EUA, Inglaterra e França não perderam a chance de tentar derrubar Kadhafi da mesma maneira que fizeram com Saddam Hussein no Iraque, e logo anunciaram que o regime que governa a Líbia estava a massacrar civis indeterminadamente, logo essas potências trataram de disfarçar seus interesses e emanaram um grito que falava na defesa dos direitos humanos na líbia, tudo isso desculpa para derrubar um regime e instaurar um governo fantoche como é hoje o de Maliki no Iraque, o que os Estados Unidos, Inglaterra e França querem é nada mais nada menos explorarem um país que produz 1.7 milhões de barris de petróleo ao dia.

Abaixo segue um texto bastante interessante escrito por Frei Beto, e intitula-se "Kadhafi e as potencias ocidentais."

Ps: Caros leitores vocês já viram proteger civis disparando 110 mísseis e bombardeando quase que incessantemente as cidades onde se concetram famílias e apoiadores do regime de Kadhafi...?

Kadafi e as Potências ocidentais
As potências ocidentais, lideradas pelos EUA, botam a boca no trombone em defesa dos direitos humanos na Líbia. E as ocupações genocidas do Iraque e do Afeganistão? Quem dobra os sinos por um milhão de mortos no Iraque? Quem conduz à Corte Internacional de Justiça da ONU os assassinos confessos no Afeganistão, os responsáveis por crimes de lesa-humanidade? Por que o Conselho de Segurança da ONU não diz uma palavra contra os massacres praticados contra os povos iraquiano, afegão e palestino?

O interesse dos EUA e da União Europeia não é a defesa dos direitos humanos na Líbia. É assegurar o controle de um território que produz 1,7 milhão de barris de petróleo por dia, dos quais depende a energia de países como Itália, Portugal, Áustria e Irlanda.

O caso do Iraque é exemplar: os EUA inventaram as jamais encontradas “armas de destruição em massa” de Saddam Hussein para exercer o controle sobre um país que é o segundo maior produtor mundial de petróleo – 2,11 milhões de barris por dia, só superado pela Arábia Saudita. E possui uma reserva calculada em 115 bilhões de barris. Soma-se a essa riqueza o fato de ocupar uma posição geográfica estratégica, já que faz fronteiras com Arábia Saudita, Irã, Jordânia, Kwait, Síria e Turquia.

No próximo dia 20 de março, completam-se oito anos que os EUA e parceiros invadiram o Iraque sob o pretexto de “estabelecer a democracia”. O governo de Maliki está longe do que possa ser considerado uma democracia. Em fevereiro último, milhares de iraquianos foram às ruas para reivindicar trabalho, pão, eletricidade e água potável. O exército os reprimiu brutalmente, com mortes, detenções arbitrárias e sequestro de ativistas. Nenhuma potência mundial clamou em favor do direitos humanos nem sugeriu que Maliki responda perante tribunais internacionais.

A ONU é, hoje, lamentavelmente, uma instituição desacreditada. Os EUA a utilizam para aprovar resoluções que justifiquem seu papel de polícia global a serviço de um sistema injusto e excludente. Quando a ONU aprova resoluções que contrariam a Casa Branca – como a condenação do bloqueio a Cuba e da opressão dos palestinos – ela simplesmente faz ouvidos moucos.

Kadafi está no poder desde 1969. São 42 anos de ditadura. Por que os EUA e a União Europeia jamais falaram em derrubá-lo? Porque, apesar de seus atentados terroristas, era conveniente manter ali um déspota que atraía investimentos estrangeiros e impedia que chegassem à Europa os imigrantes ilegais da África subsaariana, ou seja, todos os países ao sul do deserto de Saara.

Agora que o povo líbio clama por liberdade, os EUA ocupam posições estratégicas no Mediterrâneo. Barcos anfíbios, aviões e helicópteros são transportados pelos navios de guerra US Ponce e US Kearsarge. A União Europeia, por sua vez, não está preocupada com a democracia na Líbia, e sim em evitar que milhares de refugiados desembarquem em seus países combalidos pela crise financeira.

Temem ainda que a onda libertária que assola os países árabes, produtores de petróleo, elevem o preço do produto, onerando ainda mais as potências ocidentais, que lutam com dificuldade para vencer a crise do sistema capitalista.

Fala-se em estabelecer uma “zona de exclusão aérea” na Líbia. Isso significa bombardear os aeroportos do país e todas as aeronaves ali estacionadas. E exige o envio de porta-aviões às costas africanas. Em suma: uma nova frente de guerra.

O fato é que a Casa Branca foi surpreendida pelo movimento libertário no mundo árabe e, agora, não sabe como proceder. Era mais cômodo prosseguir cúmplice dos regimes autoritários em troca de fontes de energia, como gás e petróleo. Mas como opor-se ao clamor por democracia e evitar o risco de o governo de tais países cair em mãos de fundamentalistas?

Kadafi chegou ao poder com amplo apoio popular ao derrubar o regime tirânico do rei Idris, em 1969. Mordido pela mosca azul, com o tempo esqueceu todas a promessas libertárias que fizera. Em 1974, valendo-se da recessão mundial, expulsou as empresas ocidentais, expropriou propriedades estrangeiras, e promoveu uma série de reformas progressistas que fizeram melhorar a qualidade de vida dos líbios.

Finda a União Soviética, a partir de 1993 Kadafi deu boas-vindas aos investimentos estrangeiros. Após a queda de Saddam, temendo ser a bola da vez, assinou acordos para erradicar armas de destruição em massa e indenizou vítimas de seus atentados terroristas. Tornou-se feroz caçador de Osama Bin Laden. Pediu ingresso no FMI, criou zonas especiais de livre comércio, abriu o país às transnacionais do petróleo e eliminou os subsídios aos produtos alimentícios de primeira necessidade. Iniciou o processo de privatização da economia, o que fez o desemprego aumentar cerca de 30% e agravar a desigualdade social.

Kadafi mereceu elogios de Tony Blair, Berlusconi, Sarkozy e Zapatero. Como ao Ocidente, desagradou-lhe a derrubada dos governos tirânicos da Tunísia e do Egito. Agora, atira contra um povo desarmado que aspira vê-lo fora do poder.

Para as potências ocidentais, Kadafi tornou-se uma carta fora do baralho. O problema, agora, é como derrubá-lo de fato sem abrir uma nova frente de guerra e tornar a Líbia um “protetorado” sob controle da Casa Branca. Se Kadafi resistir, Bin Laden pode ganhar mais um aliado ou, no mínimo, um concorrente em matéria de ameaças terroristas.

O discurso do Ocidente é a democracia. O interesse, o petróleo. E para o capitalismo, só isto interessa: privatizar as fontes de riqueza. Enquanto a lógica do capital predominar sobre a da liberdade, o Ocidente jamais conhecerá verdadeiras democracias, aquelas nas quais a maioria do povo decide os destinos da nação.


quinta-feira, 21 de abril de 2011

O herói Inconfidente ou um "Pobre" sem posses...???


Hoje dia 21 de abril se comemora o dia de "Tiradentes", herói inconfidente que foi membro participante do movimento que pregava o fim do nosso julgo a Portugal, participante em partes tiradentes só integrou esse movimento, ele pouco peso tinha nas decisões a serem tomadas.

ai muitos se perguntam e porque tiradentes foi morto, já que sua atuação foi pouca no movimento?

Ele foi morto pois não era um rico dono de terra, nem um rico comerciante, tiradentes ou melhor o auferes Joaquim José da Silva Xavier, foi enforcado pois a metrópole não queria ter "problemas" com as camadas mais ricas da sociedade colonial (mais do que já vinha tendo devido a cobrança abusiva de impostos) e também para lembrar ao povo e aos demais que queriam fazer movimentos contrario a metrópole que Portugal reagiria com força para reprimir esses movimentos.

Ou seja nós "comemoramos" (em parte já que estamos na semana santa e quase não nos lembramos desse evento, pelo menos a maioria da população, creio eu.) em memória de uma pessoa que "quase não teve importância" dentro do movimento inconfidente, a não ser para "apagar" a culpa dos demais integrantes ricos do movimento, essa atitude de apagar a culpa dos demais é bem aproveitada pelo pintor paraibano Pedro Américo que pintou em seu quadro Tiradentes Esquartejado, fazendo forte alusão de Tiradentes com Jesus Cristo, desde aparência facial como barba longa e cabelos compridos até elementos que caracterizam essa alusão como é o que ocorre com o crucifixo ao lado do copo esquartejado, vale-se lembrar que essa visão não se era possível acontecer tendo em vistas que Tiradentes era um auferes, e como a todo militar não se era permitido nem barba longa como muito menos cabelos grande, o quadro só foi pintado dessa maneira para mostrar que tiradentes fora tão bom para a pátria com suas atitudes que chegou a se assemelhar a Cristo, quando ele deu a sua vida para apagar os pegados do povo pecador, da mesma forma Tiradentes deu sua vida pela "liberdade" do país.


Curiosidades da História


Todo mundo sabe que na história "nada é verdadeiramente" como se ensina, o que eu quero dizer é que na história existem coisa que os professores não falam, isso são as Curiosidades da História e é o que eu vou fazer agora, mostrar algumas curiosidades de personalidades históricas.

A "beldade" da foto acima se chama Paulo I foi um czar russo que governou a Rússia de 1796 à 1801, Paulo era totalmente complexado devido a sua extrema calvice, esse complexo chegou ao auge quando ele instituiu um lei que punia com ESPANCAMENTO até a morte quem ele visse ou ouvisse falando de sua clavice.
Senhor da foto ai em cima se chama Karl Marx, Marx foi o "desenvolvedor" da teoria do socialismo, e apresentava uma curiosidade bastante peculiar, ele proibia que alguém colocasse em ORDEM seus manuscritos e livros, pois "sua bagunça" para ele ficava mais fácil de encontrar e pegar o que ele queria utilizar em determinado momento.

A pintura acima representa Cleópatra VII, apesar do que falam sobre ela e seus costumes e o seu "vício em SEXO", se esquecem de falar que Cleópatra era extremamente versada em negociações, além de falar seis idiomas.

O rapaz na foto é Alexandre O grande e seu cavalo Bucéfalos, Alexandre como todos sabem era um hábil general e comandante diretamente de sua tropa, mas o que poucos sabem era que ele como outras personalidades da história foi acometido de um mal chamado eplepsia.

O senhor do Busto mostrado era o Imperador Cómodo, ele tinha uma mania extremamente indesejada e infeliz, em seus passeios públicos não podia ver um homem gordo passar perto de si que logo mandava seus guardas esfaquearem a barriga, pois gostava de ver intestinos de homens gordos saltando fora do corpo.
A "moça" da imagem ai se chama Isabel I, rainha da Inglaterra, ela possuía falhas em seus dentes e para corrigir essas falas preenchia os espaços entre os dentes com tecido e algodão, outro detalhe bastante interessante era que Isabel não possuía cabaelo desde os 29 anos de idade.
A foto acima mostra o famoso escritor inglês William Shakespeare, apesar de ter suas obras entre as melhores do mundo e também ser considerado como o maior escritor da língua inglesa, Shakespeare possuía péssima caligrafia e alguns de seus manuscritos não foram totalmente traduzidos.

O senhor da foto foi o famoso físico desenvolvedor da teoria da relatividade, Albert Einstein, Einstein não se preocupava com sua aparência nem com dinheiro, andava todo descabelado, suas calças muitas vezes eram curtas e ficavam no meio das pernas, e seu meio de transporte foi uma bicicleta que ele utilizava para ir a todos os locais, lembrando, Einstein nunca comprou um carro.